Pular para o conteúdo

Perguntar ao Copiloto

Leitura de 4 minutos

O Copiloto responde perguntas sobre a obra com o número e a conta que o produziu. Ele não chuta: traduz a sua pergunta numa consulta de um conjunto fechado, e quem executa é o motor do Domus, com os mesmos leitores que as telas usam. Pergunta fora do conjunto recebe “não sei responder isso” e a lista do que ele sabe.

  • Estar numa tela de obra: documentos, interpretação, entrevista, modelo, revisão, orçamento, cronograma ou acompanhamento. Fora da obra não há Copiloto, porque toda consulta dele exige uma.
  • Permissão de Copiloto, que todo papel tem. Cada consulta ainda confere a permissão da funcionalidade do assunto: quem não vê custo não o recebe aqui.
  • Cada pergunta consome a franquia de IA da conta, com um teto próprio, separado do das análises de documento.

Clique em Perguntar ao Domus, no canto inferior direito de qualquer tela da obra.

O painel do Copiloto aberto à direita, com a lista do que ele sabe responder e o campo de pergunta

Na primeira abertura ele lista o que sabe responder. A lista completa está em o que o Copiloto sabe responder.

Digite em português, como perguntaria a alguém: “quanto está a obra?”, “por que o 2.1 ficou nesse preço?”, “o que não pode atrasar?”. Clique em Perguntar. Para falar de um serviço, use o código dele na estrutura ou boa parte da descrição.

O Copiloto sabe em que tela você está, mas a tela só desempata: “quanto falta?” no orçamento é serviços sem preço; no acompanhamento é avanço. Uma pergunta clara, como “como está o avanço da obra?”, é respondida de qualquer tela.

Animação: o painel abre em Perguntar ao Domus, a pergunta “quanto custa a viga baldrame em concreto armado?” é digitada, e a resposta chega com o custo do serviço e a composição

Uma resposta do Copiloto: o título, o motivo em itálico, o número em destaque, a tabela de decomposição e o link para a tela

A resposta é um cartão, não um balão de texto:

  • o título da consulta que ele escolheu;
  • o motivo, em itálico: o que ele entendeu da sua pergunta. É a frase que transforma um roteamento errado em algo que você corrige, em vez de um mistério;
  • o número em destaque e, quando cabe, a tabela com a decomposição (os insumos de uma linha, as tarefas do caminho crítico);
  • o link Abrir o orçamento → (ou o cronograma, a revisão…) para a tela onde aquilo está.

Quando a pergunta nomeia algo ambíguo, três serviços de alvenaria por exemplo, a resposta é uma lista de botões para você escolher. Ele não adivinha.

O Copiloto lembra as últimas três perguntas da mesma obra: “e o dele?”, “e em maio?” funcionam. Feche com ×; a conversa não é guardada, porque a resposta de ontem sobre o orçamento de ontem não vale hoje.

Nada muda na obra. O Copiloto responde, não age: não cria, não edita, não aprova. Quando a resposta implica uma ação, ele oferece o caminho para a tela onde a ação é feita e auditada.

“Não sei responder isso.” A pergunta está fora do conjunto. Reformule usando a lista que ele mostra.

Não encontrei “…”. O nome não bateu com nenhum código nem descrição da EAP. A resposta mostra, em O que existe nesta obra, os serviços que existem. Nome curto demais para uma descrição longa também não bate: “alvenaria” não encontra “Alvenaria de bloco e=14 cm (parede acabada 15 cm)”. Pergunte com mais palavras da descrição, ou pelo código do serviço — “quanto custa o 2.1?”.

Não vejo o botão Perguntar ao Domus. Você não está numa tela de obra, ou a permissão de Copiloto foi retirada do seu papel.

“Não foi possível responder agora.” O provider de IA está indisponível ou a franquia do Copiloto acabou. A mensagem diz qual.